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Saúde:  Artigos - Câncer colorretal: a hora da prevenção - Anew

Saúde:  Artigos - Câncer colorretal: a hora da prevenção

Você Saudável
Artigos
Câncer colorretal: a hora da prevenção -
Saiba mais sobre esse tipo de câncer

O câncer colorretal é o quarto tipo de câncer mais comum no Brasil. Caracterizada pela presença de um tumor maligno no cólon e/ou reto - duas partes do sistema digestivo conhecido como intestino grosso - esta enfermidade afeta três pessoas por hora no Brasil, segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Em 2006, a instituição prevê o diagnóstico de 26 mil novos casos.
Preocupada com esta estatística, a entidade escolheu o dia 23 de março para uma ação em todo o País, aproveitando que o mês é escolhido mundialmente para a conscientização do câncer colorretal.

O que é
O câncer colorretal, também chamado de tumor do cólon/reto ou câncer de intestino, desenvolve-se geralmente a partir de lesões que crescem na parede do intestino, e evoluem para câncer com o passar do tempo. Os principais fatores de risco da doença são alimentação rica em gorduras com muitas calorias e pobre em fibras, ter parente de primeiro grau com este tipo de câncer, mulheres que tiveram câncer de ovário, do endométrio ou de mama, ser fumantes, entre outros.

Há dois grupos de pacientes que desenvolvem este tipo de câncer:
1) Pacientes com tumores esporádicos: ocorrem sem padrão (ou caráter) familiar. Correspondem a 85% dos casos. Estão relacionados com fatores do ambiente (dieta, uso de cigarro e álcool, falta de exercícios regulares). Ocorrem com maior freqüência em torno dos 60 anos e com preferência pelo lado esquerdo do intestino.
2) Pacientes com tumores hereditários: ocorrem devido a uma alteração genética presente nos indivíduos de uma família, que podem ser transmitidos de geração para geração. Neste grupo de pacientes, fatores do ambiente não são tão importantes. Os tumores aparecem em idade mais jovem do que os tumores esporádicos (podem ocorrer deste os 20 anos) e tem preferência pelo lado direito do intestino.

Alterações de DNA
O desenvolvimento do câncer ocorre a partir de uma seqüência de alterações que começa na transformação de uma célula normal da mucosa do intestino, que é a camada de revestimento interno que fica em contato com as substâncias e os alimentos. Como veremos a seguir, alguns fatores podem aumentar o risco de ocorrer alterações no material genético contido nas células (DNA).
Uma vez ocorridas essas alterações, estas podem ser incompatíveis com a vida da célula e a mesma morrerá, não permitindo que a alteração se perpetue, impedindo a continuidade dessa família de células (clone), que poderia dar origem ao câncer. No entanto, algumas vezes a alteração pode ocorrer numa parte do material genético que não inviabiliza a vida da célula, mas causa uma alteração em sua função e/ou em seu comportamento.
Mesmo diante de alterações deste tipo, a própria célula lança mão de recursos para impedir que a alteração genética se perpetue, ou seja, percebe a alteração ocorrida e comece a "trabalhar" para corrigi-la, e, caso não consiga, pode chegar até causar sua própria morte. Mesmo com tantos recursos para impedir a propagação do erro para as células filhas, algumas vezes isto ocorre.

Fatores de risco
Acredita-se que o câncer colorretal seja causado por uma associação entre fatores genéticos e ambientais. Os fatores considerados de risco para o desenvolvimento do câncer colorretal são:

1) Dieta com alto teor de gordura e pequena quantidade de fibra
A incidência de tumores colorretais é muito elevada em regiões desenvolvidas, como por exemplo, o nordeste dos Estados Unidos e Europa Ocidental. O Brasil, por ser um país com diferenças regionais extremamente marcantes, apresenta variações de incidência, com maior número nas regões Sul e Sudeste. Para se ter uma idéia, o Rio Grande do Sul concentra 11,5% dos casos.
E a explicação para isso - que pode aumentar em até 70 vezes o risco de câncer colorretal - é que, nessas regiões, a alimentação tem maior concentração de gorduras de origem animal. Essas dietas resultam em altos níveis de colesterol e ácidos biliares no intestino, que podem ser convertidos em agentes causadores de câncer.
Além disso, o baixo consumo de fibras de origem vegetal faz com que o funcionamento intestinal se torne mais lento, causando constipação intestinal e fezes endurecidas, mantendo os agentes causadores de câncer mais tempo em contato com o intestino. Carne, manteiga, queijos amarelos são os principais alimentos ricos em gordura. Claro que isso não ocorre de um dia para o outro. Acredita-se que o tempo para o desenvolvimento de câncer colorretal seja de décadas, por isso, a idade de maior incidência do câncer de cólon está em torno dos 60 anos.
2) Hábitos e estilo de vida
Estudos mostram que indivíduos que não praticam exercícios tem maior risco em desenvolver câncer colorretal. Além disso, o fumo e o álcool estão direta e indiretamente relacionados com vários tipos de tumores, incluindo o câncer colorretal.
3) Idade
Quanto maior a idade, maior o risco. A idade é um fator de risco muito importante, não só para os tumores de intestino, mas também para outros tipos de câncer. O câncer colorretal é mais comum após os 50 anos, entretanto, a doença pode ocorrer em pessoas mais jovens.
4) Histórico familiar
Quanto mais pessoas em sua família tiveram diagnóstico de câncer ou pólipos colorretais, maior seu risco de desenvolver a doença. Parentes de primeiro grau (pais, irmãos e filhos) de uma pessoa com câncer colorretal têm maiores riscos de desenvolver câncer colorretal, especialmente se a doença ocorreu em um indivíduo com menos de 45 anos.
Para determinar a presença de uma doença hereditária, além da avaliação de um médico experiente, é necessário um teste de predisposição ao câncer colorretal hereditário (exame de sangue que determina o gene alterado). O Hospital do Câncer conta com um serviço de atendimentos às famílias com câncer colorretal hereditário.
5) Antecedentes pessoais de câncer
Mulheres que tiveram câncer de ovário, corpo do útero (endométrio) ou mama têm maior risco de desenvolver câncer colorretal. Quem já teve câncer de intestino no passado deve ficar atento ao funcionamento do intestino, pois o risco de desenvolver um segundo tumor é alto quando comparado ao de outras pessoas sem história pregressa de câncer.
6) Doença intestinal inflamatória
A retocolite ulcerativa e a doença de Crohn são doenças inflamatórias benignas, que causam inflamação em graus variados na mucosa do intestino grosso. As doenças inflamatórias intestinais estão associadas ao maior risco de câncer colorretal, especialmente em indivíduos com doença com mais de 8 anos de evolução.
7) Pólipos
Os pólipos são crescimentos benignos na parede interna do cólon e reto. São mais comuns após os 50 anos, porém, podem aparecer em idade mais precoce, especialmente se há história de câncer colorretal na família. Cerca de 40% dos indivíduos com mais de 60 anos apresentam pólipos.
Quem já teve no passado um pólipo intestinal tipo adenoma tem uma chance muito maior que a população em geral em apresentar nova lesão, podendo chegar até a 50%. A pessoa que já teve vários pólipos tem chance de 80% de desenvolver novo pólipo.
Fonte: Hospital do Câncer - Departamento de Cirurgia Pélvica - Serviço de Tumores Colorretais


Sintomas, detecção e tratamento
Há uma série de sintomas que podem apontar para o desenvolvimento do câncer colorretal. Segundo o Dr. Bernardo Garicochea, oncologista e hematologista do Hospital São Lucas de Porto Alegre, os principais sinais são:
- Mudanças no hábito intestinal (diarréia ou prisão de ventre);
- Presença de sangue nas fezes;
- Vontade freqüente de ir ao banheiro, com sensação de evacuação incompleta;
- Sangramento anal;
- Dor ou desconforto abdominal (gases e/ou cólicas);
- Perda de peso sem razão aparente;
- Cansaço, fraqueza e anemia intensos.


Como descobrir o câncer colorretal no início:
Conforme explicações do Dr. Garicochea, "todo indivíduo, a partir dos 50 anos, deve realizar, anualmente, um exame de laboratório para pesquisar se há sangue nas fezes". Isso porque, muitas vezes, o sangue só pode ser visto ao microscópio.

Tratamentos químicos
O tratamento pode ser feito através de:
- Quimioterapia Oral
- Anticorpos Monoclonais
Porém, a principal forma de tratamento para o câncer do reto ainda é a cirurgia. Quando são tumores pequenos e não há fixação do reto a outras estruturas, o tratamento começa pela operação, que consiste na retirada de parte do reto e do sigmóide, fazendo-se a união das partes que restaram.
Quando são tumores são maiores ou existe fixação do reto a outras estruturas, o tratamento inicia-se com sessões de radioterapia associada a quimioterapia.

Cirurgias
Há dois métodos cirúrgicos, conforme o caso:
1) Resseccção anterior do reto: retirada do sigmóide e do reto, com anastomose (ligação) do cólon e do ânus. Em algumas situações pode ser necessária uma colostomia temporária, para proteção da anastomose. Esta cirurgia é realizada geralmente em tumores localizados na porção alta e média do reto (mais próximos do sigmóide).
2) Amputação abdômino-perineal: para tumores do reto baixo (mais próximo ao ânus) em alguns casos pode ser necessária a retirada de parte do sigmóide, do reto e do ânus. Nestes casos é realizada uma colostomia permanente.

Fonte: Hospital do Câncer - Departamento de Cirurgia Pélvica - Serviço de Tumores Colorretais


Onde procurar informações e ajuda
Confira sites onde você pode encontrar mais informações e auxílio para prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer.

Associação Brasileira do Câncer
http://www.abcancer.org.br/

IBCC - Instituto Brasileiro de Controle do Câncer
http://www.ibcc.org.br/

Inca - Instituto Nacional do Câncer
http://www.inca.gov.br/

Educação em Câncer
http://www.ecancer.org.br/

ABIFCC - Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer
http://www.abifcc.org.br/

Departamento de Cirurgia Pélvica do Hospital do Câncer - Hospital do Câncer de São Paulo
http://www.hcanc.org.br/  
Fone: (11) 3346-5055

Centro de Oncologia Campinas
http://www.oncologia.com.br/

Fundação para Pesquisa do Câncer
http://www.soad.org.br/

Oncoguia (portal de informações para pacientes oncológicos)
http://www.oncoguia.com.br/

 
Fonte: Portal Terra

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Lembre-se de que as informações disponibilizadas, não têm o intuito de substituir a consulta
com o seu médico, muito menos devem ser utilizadas como fonte única de informações médicas.

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