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É
uma doença neurológica em que ocorre uma
perda ou degeneração de células nervosas
responsáveis pela produção de uma
substância denominada Dopamina sobretudo
em regiões profundas do cérebro conhecida
como substância negra.
A Dopamina é um neurotransmissor
responsável por uma gama de movimentos do
corpo.
Os sintomas da doença só se tornam
evidentes quando os níveis de Dopamina
estão abaixo de 20% do seu normal. Os
sintomas mais freqüentes são:
instabilidade ou movimentos involuntários
das mãos, braços, pernas, mandíbulas e
face (conhecidos como tremores; rigidez ou
inflexibilidades dos músculos que se
tornam rígidos e contraídos; lentidão de
movimentos; dificuldade de realizar
movimentos (bradicinesia ou acinesia);
dificuldade de equilíbrio e coordenação
(instabilidade postural). Pode ocorrer
ainda insônia, depressão, dificuldade na
fala ou deglutição e perda de memória;
sintomas que ocorrem via de regra na fase
tardia da doença.
A doença de Parkinson acomete pessoas na
média de idade de 60 anos; mas a cada 20
casos temos 1 caso acometendo pessoas
entre 21 – 40 anos e isto denomina-se
doença de Parkinson de inicio precoce.
Não se conhece com exatidão a causa da
doença, por isso ainda não há como
prevenir ou curar. Mas, hoje já se tem
como aliviar e minimizar os sintomas da
doença melhorando a qualidade de vida do
paciente, através de diversos medicamentos
isolados ou combinados, ou mesmo através
de processos cirúrgicos, que vem sendo
estudados e realizados em determinados
casos.
Coloco ainda que determinados suplementos
nutricionais ou alimentos funcionais podem
servir como auxiliares no tratamento; com
destaque para produtos à base de Geléia
Real que suavizam o funcionamento de
células nervosas íntegras; ou ainda
produtos que contenham DHA (Ácido
Docosahexaenóico) que é uma substância
presente no cérebro em sua porção da
memória.
Dr. José Carlos Arruda
Médico do Trabalho, Médico Psiquiatra
Diretor da
LAVMED Saúde Ocupacional |