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O nome “lecitina” é
originado da palavra grega “lekithos”, que significa
gema de ovo, pois foi a partir dela que inicialmente se
isolou, em meados do século passado, uma substância
natural, rica em fósforo (fostatídeos), que desempenha
um importante papel no metabolismo em geral e
particularmente, no transporte dos ácidos graxos
(gorduras).
A lecitina é um dos maiores tensoativos (propriedade
dispersora) da natureza. Por essa razão ela é capaz de
emulsionar as gorduras existentes na corrente sangüínea,
colaborando para evitar a formação de gorduras saturadas
nas paredes das artérias.
O neurotransmissor denominado acetilcolina, através do
qual o cérebro transmite suas mensagens, é formado a
partir da colina, da qual a lecitina é uma das fontes
mais ricas da natureza. Sem colina, o cérebro perde
grande parte da capacidade de memória, de pensar e de
controlar os músculos do nosso organismo.
A lecitina de soja tem na sua composição três
fosfatídeos:
- fosfatidilcolina,
- cefalina (fosfadiletanolamina),
- inositol.
Fazendo parte da estrutura dos fosfatídeos, aparecem os
ácidos graxos polinsaturados essenciais (ácidos
linoléico e linolênico). |